BAMBAE DI FULO


06/12/2006


O PROJETO

 

O BAMBAÊ DI FULO e um grupo de artistas, entre eles músicos, dançarinos,  atores e educadores,   que  constroem o alicerce dos seus trabalhos pesquisando  a   cultura popular, voltados sempre para o lúdico, o jogo, a improvisação e a interatividade característicos das  festas e danças populares do Brasil.

O nome Bambaê di Fulo deriva das folias de caixa que se “brinca” no Maranhão, ao som das “caixas do divino”, são folias de um povo que cantam, dançam, batucam, bebem e rezam em uníssono, sendo uma forma de arte de natureza dinâmica que se transforma, adaptando-se as novas gerações, estabelecendo um diálogo consciente com seu tempo e mantendo-se sempre viva apesar de toda repressão, discriminação e negação.

Somos artistas encantados pela sonoridade, plasticidade e teatralidade do povo brasileiro, e nos vimos envolvidos com algo mais profundo do que simplesmente a arte como um resultado: o processo de criação de nossa gente, os caminhos que percorrem estes artistas para a elaboração e organização de suas festas, a tradição que envolve nossa cultura, os ritmos que vencem distâncias geográficas e esta presente em diversas manifestações em todos os cantos do pais. Por esta razão trabalhamos com a cultura popular do Brasil interior.

Em nosso trabalho não procuramos fidelidade às manifestações artísticas populares tais como se dão. Não haveria como e nem porque reproduzi-las, já que estão profundamente vivas e em processo constante de transformação. Por isso continuamos investigando e indagando.

Estamos sempre reelaborando e descobrindo através da própria vivencia da brincadeira a melhor maneira, de expressar de forma festiva, as questões que são alicerces da cultura popular brasileira: a alegria como forma de resistência; a fartura de cores, de sons e de comidas; o diálogo entre as brincadeiras; o corpo que trabalha o dia inteiro e depois brinca, reza e rebola; o coro do tambor e das vozes; a arte que se integra à outra; a coragem de falar da fadiga, do trabalho, da morte e da resistência.

 

 

Você quer me mostrar sua cultura? Então Cante e Dance ela”.**

                                                                                                                                                                              **Palavras de um Índio Guarani.

Escrito por camilacadario às 16h30
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CONTATO

Camila Cadario e Beatriz Fortes

Tel:  15 3388-7616 c/ Camila/ 91025952 c/ Beatriz

camilacadario@hotmail.com

beatrizfortes@hotmail.com

 

 

Escrito por camilacadario às 16h11
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OS RITMOS

OS RITMOS

 

 

 

O CACURIA

Cacuriá é uma dança de roda brincada nas ruas e praças de São Luiz e tem origem na festa do divino do Espírito Santo. Após a derrubada do mastro às caixeiras se reúnem para “vadiar”, é o “lava-pratos” a que dão o nome de “carimbo das caixeiras”, Baile de caixas, Bambaê de Caixas etc.. depende da região que acontece. Seu Lauro criou a partir da musicalidade do movimento e do verso desta festa a dança do cacuriá Diz ele que fazer folclore no Maranhão é uma questão de se divertir.

 

A CIRANDA

A ciranda apareceu nas festas folclóricas do Recife, em 1961, e foi originada nas praias do Nordeste. É dançada durante todo o ano. É uma dança de roda distinta das "cirandinha infantis", distinta pelos cirandeiros, que são adultos, pelo repertório poético-musical, pelo instrumental obrigatório, que acompanha a roda ondulante das cirandeiras, que se enlaçam alternadamente; distinta, ainda, pelo local que se escolhe, em geral afastado dos aglomerados urbanos, e se realizando pela noite adentro, ou, ainda, pela presença do mestre cirandeiro, a quem cabe "tirar as cantigas” (cirandas), improvisar versos e presidir a festa.



COCO
Dança típica das regiões praieiras conhecida em todo Norte e Nordeste do Brasil. Segundo alguns pesquisadores, o coco nasceu entre os negros que viviam no Quilombo dos Palmares, em Alagoas, e deriva dos sons tirados a partir da batida do fruto sobre uma pedra, sendo improvisada uma dança, marcada pela batida dos cocos e cantorias. Na coreografia existem também as marcações dos bailados indígenas tupi.
Uma das características coreográficas da dança é a umbigada, usada para convidar os participantes a entrar no centro da roda ao som do ganzá, zabumbas, pandeiros, caracaxás e cuícas, seus instrumentos básicos. O canto vem do solista ou tirador de coco, que improvisa em cima de um repertório, algumas vezes já memorizado. Folguedo do período junino, também é dançado em outras épocas do ano.


 

 

Escrito por camilacadario às 16h10
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O QUE FAZEMOS...

Cocos Cirandas e Cacuriás

 

AULA ESPETACULO

 

 

A Aula Espetáculo e um formato de apresentação amplamente difundido e que tem gerado ótimos resultados, pois e uma apresentação totalmente interativa e educativa, onde os Brincantes nome que se da aos dançarinos, atores e músicos da cultura popular- apresentam as danças e musicas contextualizando-as historicamente de maneira lúdica e convidando a todos para aprender a “brincar” .

 

OFICINA DE DANCAS BRASILEIRAS

 

O grupo Bambaê oferece oficinas de danças e ritmos brasileiros direcionados para diversos públicos e idades, desde públicos interessados em brincar, dançar e cantar os diversos ritmos, a educadores interessados em ampliar seus conhecimentos através da cultura brasileira, conhecendo um pouco mais seus festejos e brincadeiras.

 

Escrito por camilacadario às 16h05
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BEATRIZ FORTES

Formação em Artes Cênicas Bacharelado com Habilitação em Direção Teatral - Faculdade de Artes do Paraná (FAP). Em Curitiba foi integrante do grupo de dança e percussão brasileira “Boizinho Faceiro” onde participou de dois espetáculos. Participou de oficinas de corpo e cultura popular, folias e bois - ofertadas pelo Grupo Mundaréu - alem de encontros de estudos e praticas em diversas manifestações populares. Como arte-educadora, vem aplicando o jogo dramático no desenvolvimento de práticas em grupo, relação interpessoal e de aprendizado, atuando nos seguintes espaços: Colégio Marista – professora auxiliar de artes; Escola Palmares – professora de dança e brincadeiras populares do Brasil; Programa Residências do Rebouças / Projeto Festa-Teatro – professora de teatro; Secretaria da Educação / Projeto Piá em Cena e Secretaria da Criança / Projeto Piá - professora de teatro; Fundação Cultural de Curitiba / Linha do Conhecimento - professora de música e dança; além de ofertar oficinas de teatro e dança brasileiras para educadores no Espaço Vida e no 3º Seminário Vem Ser Cidadão promovido pelo IDAC em Faxinal do Céu. Em Sorocaba, atuou como docente em interpretação teatral no Programa Menor Aprendiz e curso Técnico em Locução de Rádio, ambos ofertados pelo Senac; e como professora de arte no Colégio Universitário. Em 2005 fundou com Camila Cadario o grupo Bambaê. Atualmente reside em São Paulo, fazendo assistência de produção do Projeto Turista Aprendiz – do Grupo A Barca – e atuando como atriz e dançarina em diferentes trabalhos.

Escrito por camilacadario às 16h01
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CAMILA CADARIO

Formação em Artes Cênicas Bacharelado com habilitação em Interpretação teatral pela faculdade de Artes do Paraná. Atriz desde 1995, começou seus trabalhos em 1995 em pecas de teatro amador sob direção de Benedito de Oliveira em pecas como Vestígios e Imagens apresentado na Casa Cultural Grande Otelo e Paixão apresentada Curta Teatro Sorocaba 1998. Atuou em diversas pecas em Curitiba –PR sendo as mais importantes: O P’icaro e a morte (2000) sob a direção de Roberto Lanza, Ka Uma reunião de pessoas que Mudam (2002) dir de Luciana raitani)Tu que dizes sim, Tu que dizes não (2003) dir de Pierre Rutes, Aqui você Vera lebres...(2003) –XIX festival de teatro de Curitiba – Direção de Cia silenciosa, Nelson 3X4 direção de Lílian Fleury Doria.Em 2002 iniciou sua pesquisa com Cultura Popular no grupo Boizinho Faceiro – Dança e Musica popular Brasileira sob direção de Luciano Fagundes onde atuou por dois anos apresentando o espetáculo Baile do Divino Santo Rei – em 2005 com Beatriz Fortes fundou o grupo Bambaê. 

Escrito por camilacadario às 15h55
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MICHELLE ORTEGA

 

Iniciou seus estudos musicais em 1993, no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos.Em 1998 já atuava em Orquestras Sinfônicas ( Orquestra Sinfônica Paulista, Orquestra Sinfônica de Sorocaba,Orquestra Sinfônica de Botucatu entre outras.).

Foi professora de violino do Conservatório musical de Piedade e também do Projeto SATEMEC idealizado por amigos do Maestro Eleazar de Carvalho.

Participou de diversos Festivais, incluindo Festival de Inverno de Campos de Jordão,Festival Estúdio Ópera de Maringá,Festival Suzuki Lima (Peru).Foi violinista e rabequeira do Grupo Mucunã que desenvolveu durante 4 anos um trabalho com o violeiro Pena Branca ( dupla Pena Branca e Xavantinho), voltado para música folclórica e regional.

Como violinista do Grupo Gargantua (música para filmes mudos)viajou todo Brasil pelo projeto SESC Ler Amazônia.Desde 2003 é integrante da Vintena Brasileira (grupo formado por André Marques, pianista do grande músico Hermeto Pascoal).Como integrante da Orquestra regida pelo maestro Adriano Machado ,acompanhou shows do grupo Roupa Nova e participou de diversar gravações entre elas, primeiro e segundo Dvd  Roupa Nova Acústico, Cd Aboio ( Mucunã), Cd Primavera Mineira (violeiro Zeca Collares),Cd Mucunã e Pena Branca ao vivo.

 

Escrito por camilacadario às 15h50
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Jefferson Marchi Paes

 

Músico autodidata desde os 14 anos, tocou teclado nas bandas Latitude Zero (rock pop), Cilindro Cônico (rock progressivo), Villa Blues (blues), Cataia (mpb), entre outras, além de musicalização em peças teatrais.

   Trabalha exclusivamente com música desde 2001, participando como acordeonista, tecladista, cantor e compositor nos seguintes trabalhos (entre outros esporádicos):

   Forró Maromba – forró pé-de-serra, Bambaê di Fulô (grupo folclórico), Godzila & Kalango (rock), Rádio Comida (paródias gastronômicas).

Escrito por camilacadario às 15h29
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LAURA BARROS

LAURA DE BARROS Estuda canto desde 1995, quando começou a participar de diversas oficinas de voz na Oficina Cultural Regional Grande Otelo (Sorocaba), ministradas por diversos professores do Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos (Tatuí – SP).Foi membro do Coral Oficina, mantido pela prefeitura de Sorocaba e regido pelo maestro Adriano Del Mastro Contó (formado pela Unicamp) durante o ano de 2004.De março de 2005 a junho de 2006 foi aluna do curso livre de canto lírico da FUNDEC (Fundação Desenvolvimento Cultural de Sorocaba). Formada em história pela Universidade Estadual Paulista (UNESP – Assis – 2003), trabalha na rede pública Estadual de ensino. Junto com os outros membros do grupo Bambaê, vem desenvolvendo pesquisas na área de cultura popular brasileira.

Escrito por camilacadario às 15h25
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LAURA GUEDES

Iniciou no teatro em 1995 sob a direção de Nanaia de Simas, com as pecas “A Moreninha” e  “O Noviço”. Em 1996 passou a atuar com Mario Pérsico com quem fez “Chapeuzinho vermelho”, “ Cinderela”, “Uma certa branca” e “ Pluft o fantasminha camarada”. Em 1997 fez “Agamenon” sob direção de Carlos Roberto Mantovani; e em 1998, com o mesmo diretor, “ Historias Banais”.Também neste período atuou em diversas performances: “ Graças e desgraças de uma cidade a 96 KM da capital”, “cult ou despautério Cultural”, “Auto de natal’ e “ auto da Paixão”, também com Carlos Roberto Mantovani. Em 2003 e 2004, com o grupo Manto fez “Romeu e Julieta” sob a direção de Rodolfo Amorim, e em 2005, atuou em “ O Circo Guaraciaba” , estando atualmente com o mesmo grupo em processo de ensaio para a reestréia do mesmo espetaculo. Como cantora apresentou com o coral Karis, sob a regência do maestro Jonicler Real; e também em diversos bares de Sorocaba e Região; formou com Vera Lucia e Rolando Beltrand o grupo Bambantigo. 

 

Escrito por camilacadario às 15h20
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IEDA MORAES

Natural de Sorocaba –SP, 24 anos, concluiu o curso de Musicalização Infantil para educadores no ano de 2004 pelo Conservatório Dramático Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí onde atualmente participa dos seguintes cursos: PIMC-2005- Praticas de Inicializacao Musical em Conjunto e PIMC-2006 e Técnica vocal, regência com o professor Cadmo Fausto, Expressão corporal e Interpretação para cantores.

Participou como instrumentista na orquestra Grande telo em 2004. Participando de diversas oficinas culturais e worshops, Máster Class e cursos voltados para a área de Musica. Atualmente atua na área de Educação Musical desenvolvendo pesquisas em Cultura Popular. E integrante do grupo Bambaê

Escrito por camilacadario às 15h16
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28/09/2006


"É proprio de certa cultura de certo povo o hábito de fazer tolices, puras perdas de tempo e dinheiro como : teer inacabaveis bordados, rezar, cantar, batucar, beber cachaça, fazer flores de papel, pelo simples exercicio de resistencia ao feio, ao triste e ao poder".

Itaércio Rocha - Grupo Mundaréu

Curitiba-PR

Escrito por camilacadario às 17h50
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